Burlas e crime organizado em Portugal
Cada burla tem uma rede por trás.
Nós mostramos-ta.
Começa pelo lado de quem recebe: a mensagem, o sinal que a denuncia — e quem está do outro lado, com entidade, data e fonte.
Interativo
O jogo
És tu o alvo. A burla começa, o relógio conta, o burlão responde ao que fazes. Onze cenários baseados em casos reais — e o desafio rápido «Apanha o sinal»: 60 segundos, 3 sinais.
Consegues escapar? →Base de dados
O arquivo
Operações policiais e processos judiciais, pesquisáveis por tipo de burla. Entidade, data, detidos, valores — e a ligação à fonte em todos os registos.
Abrir o arquivo →Série
Os vídeos
Cada peça desmonta um esquema em menos de 70 segundos: como funciona, quem está por trás, como te defendes. Nas quatro redes, @esquemaexposto.
Ver as peças →A regra da casa: nenhum número entra numa peça sem entidade, data e ligação à fonte. O método →
Se já foste vítima
Os primeiros minutos contam.
Já, pelo número do verso do cartão — pede o bloqueio dos movimentos e a reversão da transferência. Quanto mais cedo, maior a hipótese.
Na Queixa Eletrónica (MAI) ou junto do Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República. Guarda mensagens, números e comprovativos.
Quem aparecer depois a prometer «recuperar o teu dinheiro» mediante pagamento é, quase sempre, a burla seguinte. Ninguém legítimo cobra para devolver.